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CARLOS SILVA - poeta e cantador
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A CARA DO SERTÃO
Data do Post: 7/2/2013 1
A Cara do meu sertão Carlos Silva - poeta e cantador Pedaço de chão batido, restos de coisas jogadas, trapos no meio do nada sede incessante de ser. Vida amargada em lembrança,choro azedo de criança, vivendo na beira da estrada,bebendo a secura em não ver. E este azedume no rosto, é fonte que perde o gosto, no grito abafado medonho, é retidão de fracasso, é luta travada no braço,sepulcro de vida tombada, num quadro esquecido e tristonho. Sou eu no farejo da lida, lambendo a minha ferida que já se findou cicatriz, é rogo de sina e de luta, trajada feito uma puta,bebida a dizer sou feliz. de onde me vem remissão, do prato jogado ao chão que um alferes ofertou,contando uma nova lorota, meu cuspe lavou sua bota,que o pó do sertão desenhou. E assim sob um sonho nutrido,num corpo tão só desvalido, ralhado pedindo clemência, e chora as dores do parto, naqueles seios não fartos, secura da própria existência. Rompendo a dor e o sorriso, sonhando com o paraíso a boca fechada não come, e já se lhe vem desventura, lambendo a própria amargura, de quem chama a sorte de fome. São lentos algozes feridos, matando estes desnutridos, de sonhos de paz e de vida, arrancam temores em eito, dilacerando o peito, perdendo as forças da lida
A CARA DO MEU SERTÃO
Data do Post: 7/2/2013 1
A Cara do meu sertão Carlos Silva - poeta e cantador Pedaço de chão batido, restos de coisas jogadas, trapos no meio do nada sede incessante de ser. Vida amargada em lembrança,choro azedo de criança, vivendo na beira da estrada ,bebendo a secura em não ver. E este azedume no rosto, é fonte que perde o gosto, no grito abafado medonho, é retidão de fracasso, é luta travada no braço,sepulcro de vida tombada, num quadro esquecido e tristonho. Sou eu no farejo da lida, lambendo a minha ferida que já se findou cicatriz, é rogo de sina e de luta, trajada feito uma puta,bebida a dizer sou feliz. De onde me vem remissão, do prato jogado ao chão que um alferes ofertou,contando uma nova lorota, meu cuspe lavou sua bota,que o pó do sertão desenhou. E assim sob um sonho nutrido,num corpo tão só desvalido, ralhado pedindo clemência, e chora as dores do parto, naqueles seios não fartos, secura da própria existência. Rompendo a dor e o sorriso, sonhando com o paraíso a boca fechada não come, e já se lhe vem desventura, lambendo a própria amargura, de quem chama a sorte de fome. São lentos algozes feridos, matando estes desnutridos, de sonhos de paz e de vida, arrancam temores em eito, dilacerando o peito, perdendo as forças da lida.
FOLCLOREANDO
Data do Post: 10/9/2011

“Folcloreando”

Maracatu capoeira

Merengue xaxado e bumba meu boi

Marujada e catira

Calango me diga o que vem depois

Vem xote, vem côco e baião

Tem samba de roda para penerar

Na roda de Piracicaba

Cururu fazendo um verso brotar

Ciranda cantiga de roda

Olha a lavadeira no rio a cantar

Batendo na pedra estendendo

Com força torcendo novo improvisar

São coisas desse meu país

Em verso feliz eu quis ilustrar

Folclore fandango festejo

Dê cá lá um beijo vamos cirandar

FOBIA DE LA VIDA
Data do Post: 10/9/2011

FOBIA DE LA VIDA
"Carlos Silva"


En los escombros de los sueños, no se puede tallar los castillos, sus creaciones se retratos impalpable, meramente abstracto.
Como un juglar, que confunde los versos rock, hice espantapájaros en mi mente que yo vuelva.
Volví a la fértil útero, el útero, donde me crié, mi todo era extraño, confuso y muy complicado.
Mis ojos podían ver, los albores del mundo exterior, entonces me vi a mí mismo, y se convirtió en miedo a la altura de eterna.

DESNUDANDO VERSOS
Data do Post: 10/9/2011

Já desnudei os meus versos

Fiz cantigas em canções

Gritei alto pelo mundo

Vivi tantas emoções

Fiz pedidos e promessas

Escutei tantas conversas

Debrucei em ilusões

 

Amores eu tive tantos

Curtindo outras paixões

Para tentar me achar

Mudei minhas direções

A quem pude ajudei

De bocas que eu beijei

Nem guardo recordações

 

Amigos que me esqueceram

Expondo suas visões

Pensamentos diferentes

Em outras ocasiões

Tanta lembrança vivida

Fizeram da minha lida

Sorrisos e frustrações

 

Mas os momentos sagrados

Faço destes meus bordões

Pois em rodas de poesias

Eu tive satisfações

Cada irmão era um poeta

Buscando a rima mais certa

Mostrando novas paixões

 

Já ouvi o palpitar

Com todas as vibrações

Das lindas cordas sonoras

Tocadas nos corações

Quem da minha vida fez parte

Compreendendo a arte

De tantas transformações

 

 

Os fulgores desta vida

Cidades em ebulições

Passeios paisagens tantas

Sagas de tantos vilões

Cecilia Drumond Coralina

O verso que contamina

Nos ensaios de Camões


Data do Post: 10/9/2011

Data do Post: 10/9/2011

ITA (MIRANDO)

 

Do alto desta montanha, avisto ao longe a minha pequena vila de Itamira, onde fui criado.

Desde que aqui cheguei, no ano de 1967, com incompletos cinco anos de vida, pisei em terras que um dia, faria dos meus escritos da meninice, um poeta, compositor e cantor. Até então, canto e escrevo muitas coisas inerentes a esta terra que me recebeu como seu filho, abrindo seus braços para criar-me junto aos seus como se daqui, tivera eu nascido.

Há uma cumplicidade entre Itamira e eu, há um amor indescritível, uma saudade quando me distancio e vou depor minha arte noutras paragens.

O alto da serra, os amigos de infância, a mãe que me criou a professora que me ensinou os primeiros passos   gramaticais.

Relembro de muitos mestres pelos quais tenho respeito, carinho, admiração e orgulho em tê-los conhecido, como:

 

 

Professor Inácio Assis de Souza

Professor Veridiano

Professora Carmem

Professora Nenzinha

Professora Albertina

Professora Idália

Professora Lourdes

Professora Sônia Maria Lima

 

Mestres da minha infância, que com alguns deles tive o prazer de compartilhar meus tempos idos de primário.

 

Outros vieram depois com suas indiscutíveis importâncias:

 

Jaime Almeida Píton

Jesiel Santos

Dilma

Catarina

Célia Maria Leite

Cléia Xavier

 

Gostaria de ter uma foto de cada um deles e guardar pendurada na minha sala, para orgulhosamente dizer aos meus filhos: ESTES FORAM OS MESTRES DA MINHA VILA DE ITAMIRA, QUE HÁ MUITOS AJUDOU NO DESENVOLVIMENTO ESTUDANTIL DA MINHA INFANCIA.

 

Hoje, não sei mais como é a Escola, mas espero que cada aluno, tenha por seus professores, o carinho e respeito que guardo na minha lembrança de já crescida criança.

 

Cresci, meus sonhos cresceram, meus amigos cresceram trilhando tantos caminhos e dalguns, me perdi nas confluências que nossas estradas nos tangeram.

Crescemos tanto (penso) que mesmo estando perto, não temos mais a candura de estendermos as mãos a um simples cumprimento “desses que os Homens grandes fazem ao reencontrar os amigos”.

O que nos distancia dos outros? Talvez sejam nossos medos de voltarmos a ser criança, e andarmos abraçados ou de mãos dadas como antes fazíamos sem a maldade expressa no olhar de tantos outros alguns.

 

Mas, mesmo crescido, ainda tenho uma rosa para dar a minha professora e dizer-lhe, mesmo que timidamente: Obrigado, pois este verso em cada pedaço da escrita tem um pedacinho de alguma palavra que me ensinastes um dia escrever, pronunciar, ou representar teatralizando os passos primaveris artísticos que hoje me fazem calcar em palcos de tantos lugares.

 

Dedico esta poesia, a minha mais importante professora da vida: Elza Xavier de Oliveira ( in memorian).

 

MORENA TROPICAL
Data do Post: 10/9/2011

A morena se eu pudesse

Agora sentir teu cheiro

Tua essência de mulher  e beijar teu corpo inteiro

Cortaria este sertão, indo ao teu encontro então

Levar-te meu verso ligeiro.

 

Morena cor Agrestina

Que o rico sol te bronzeia,

Tens o cheiro da caatinga que meu desejo entonteia,

O teu corpo é um poema teu olhar á diadema

Onde o meu verso vagueia.

 

És o florir da manhã, brisa leve orvalhada.

Verso dormido na noite desperto na madrugada,

É do vento o açoite soprado na linda noite

Da campina enluarada.

 

Beija-me morena beija, Divide comigo o mel

Do pólen adquirido No floral de um menestrel,

Beija morena o meu verso, rebuscado no universo,

Da poesia em cordel.

 

 

 

 

La morena si pudiera
Ahora siente que su olor
Su esencia como mujer y besar todo tu cuerpo
Cortar este desierto, para luego ir a tu encuentro
Te llevo un poco hacia atrás.

Morena color Agrestina
¿Cuál será el rico bronceado del sol,
Que tenga que limpiar el olor de mi entonteia deseo,
Su cuerpo es un poema para coronar a su mirada
Donde vaga la espalda.

Tú eres la flor de la mañana, la brisa húmeda.
El versículo dormido la noche despierto en la mañana,
Es el látigo del viento que sopla en la noche hermosa
Pradera iluminada por la luna.

Beso beso marrón me Divide miel
El polen de la flor comprado un juglar,
Beso mi espalda marrón, trabajó en el universo,
La poesía de la cadena.

"SÃO PAULO DE TODOS NÓS"
Data do Post: 24/1/2011



Quem dera mergulhar em águas imaginárias e ao emergir, fixar meu olhar no ponto onde tudo começou.
Quem sabe meus pés calcassem então o solo enlameado e virgem de projetos e edificações.
Quem sabe dissesse ao colonizador: “O que estás ajudando a construir hoje, tornar-se-á no futuro, o espaço das grandes concentrações voltadas para o lazer, á informação e a cultura”.

Enfim, para a vida...
Aqui, onde depositas a pedra fundamental milhares de passos passarão, pisando.

Talvez alheios a tudo que hoje aqui ocorre.
Noutros, porém, sobretudo aqueles com olhares poéticos, lúdicos e boêmios, repousarão inspirados versos, cantigas, contos e cantorias.
E, mesmo que não verbalizem um agradecimento sonoro que se faça ouvir em toda a plenitude, tenham a certeza de uma coisa: no íntimo de cada ser, “desses capazes de enxergar com a ótica poética”, haverá ao menos um filete de regozijo e satisfação por estar aqui.
Teus olhos, ó idealizador, obviamente já tragados há muito pelo solo – pois isso dar-se á daqui a mais de quatro centenas e meia de anos – não verão nada disso.
Desde já, conforta-te, porém, em saber que tu serás lembrado.
E quando as cortinas do sol abrirem-se no horizonte, e quando vários poetas estiverem reunidos, então saberei que neste dia os calendários do nosso solo paulistano estarão marcando 25 de Janeiro de 2011.

Teu gesto então será celebrado por aqueles que carregam no coração o amor por esta mãe-metrópole tão receptiva e hospedeira e que não faz distinção de raça, cor, credo.
E que a todos se dá, sem nada esperar em troca a não ser o gozo pela vida e pela preservação de sua própria história.

Autor: Carlos Silva.

Poeta, cantor, escritor e Paulistano de nascimento, criado na Bahia em Itamira, vila pertencente ao Município de Aporá.

www.aloartista.com

carlossilvampb@yahoo.com.br

"olá amigos"
Data do Post: 20/1/2011

"ORDEM (SEM)PROGRESSO"
Data do Post: 20/1/2011

ORDEM (SEM) PROGRESSO

Santa Gertrudes, pequena cidade de algum lugar esquecido pelos políticos, "Exceto em época de eleições" passava por suas necessidades costumeiras.

Josiel, um dos filhos mais velhos do seu Antenor, cansado de ver os CORONEIS abastecer com carros-pipas as cacimbas da região em troca de votos, revoltava-se com as visitas e promessas dos aspirantes aos cargos eletivos.

Sua cidade de aproximadamente 12.500(doze mil e quinhentos) habitantes poderia definir uma eleição, e levar para prefeitura, Câmaras estaduais e federais, governadorias e até para o cargo maior do administrador da nação, pessoas que só visavam escravizar pelas esmolas, um eleitorado comprado e sem nenhuma formação.



Ficou mais injuriado quando leu uma faixa na entrada da cidade com os seguintes dizeres:

"A COMUNIDADE DE SANTA GERTRUDES, AGRADECE AO DEPUTADO FEITOSA RAMOS PELOS CARROS-PIPAS QUE ABASTECEM O NOSSO VIVER".



Agradecer? Esse nojento não faz mais que sua obrigação.

Aqui falta Escola, Posto médico, cesta do povo, estradas conservadas, ambulância e um monte de outras coisas necessárias a uma cidade.

Ninguém tem que agradecer nada, eles são eleitos para isso e devem cuidar do povo que lhe apóia "mesmo por falta de opção e ou cabresto".

Corja de sanguessugas que se alimentam da miséria alheia.

Isso parece que nunca muda, passa de pai para filho, neto, bisneto, genros, cunhados e etc.

São os mesmos que estudam em boas faculdades e deixam o povo analfabeto, alienados através de uma televisão cuja programação é noveleira e ainda diz ao povo que: VALE A PENA VER DE NOVO.

É a repetição da burrice, invadindo casas, e fazendo alguns sonharem com uma vida abastada com luxo, carros e mansões.

É a mesma que elege e derruba ao mesmo tempo, com uma velocidade de se admirar.

CHEGA, CHEGA,CHEGA CHEGA...

O candidato daqui serei eu.

Vou me filiar a qualquer partido "o mais insignificante" e vou expulsar esses bandidos daqui.

Vou colocar nossa cidade conhecida no Brasil inteiro; Vou fazer poços artesianos, iluminar a zona rural,Irrigação de graça,hospital, Ônibus grátis para estudantes e idosos, pavimentar as ruas e incentivar a agricultura.

As dividas serão pagas não mais com o sacrifício do povo esmagados por impostos e conchavos.



Não viveremos de esmolas nunca mais.

Filiou-se num determinado partido, lançou sua candidatura, o povo de santa Gertrudes estava orgulhoso e confiante, e as pesquisas davam-lhe uma esmagadora vitoria para prefeito.

Teriam seu próprio representante (Um filho da terra) sem viver da exploração.

A cidade, de um total votantes de mais de nove mil, fizera de Josiel o novo prefeito de Santa Gertrudes.

Festa no Fórum, festa nas ruas, povo feliz com a vitoria (já esperada por todos inclusive pelos sanguessugas).



É meia noite, em meio a comemoração festiva, uma bala rasga a noite sem saber quem manejara o revolver calibre 38, atravessa a cabeça de Josiel, transformando a festa num velório, para mais um funeral sem tanta esperança de elucidação.

O povo assustado cobriu o rosto do seu representante, com um pano estampado em verde e amarelo e no centro uma frase: ORDEM E PROGRESSO.
"SONHOS DE FLORA"
Data do Post: 20/1/2011


Flora, meiga garota como o nome lhe devora,apavora a demora de tornar-se mulher.
Agora em seu peito o instinto da deflora, o rosto cora,e ela implora em sussurros solitarios.
Quisera-se abrir com sua petala orvalhada pelos devaneios tantos no arfã do seu intimo(ou infimo) desejo.
Eclode, implode e explode o corpo num climax sombrio revoltoso e triste.
Quisera experimentar a inserção comum e o despejo da fonte inundando a entranha da terra nela existente.
Flora,não decora mas subitamente implora em devaneios de outrora, na ânsia da chegada da sua feliz hora.
Tateando sonhos seus, tão seus indivisiveis irreversiveis, o que importa é a espera queimante (vulcancionar).
Flora sonha e ainda espera... espera... espera.
"PÁTRIA MÃE"
Data do Post: 20/1/2011
BRASILIDADE Cuidado, os Pistoleiros do passado, hoje usam canetas que atiram e matam gerações, gerações e gerações: DESFRALDEI AS CORES DO MEU PAIS, E CHOREI COM A RIDICULARIDADE EXPOSTA NUM FALIDO SENADO. DESGRUDEI DA TV, OS MEUS OLHOS CERRADOS NA DOR DA IMPUNIDADE. ESPAÇO PARA CANALHAS TEMOS DE SOBRA NESTE CHÃO CHAMADO BRASIL. E O POVO? SUBMERGIDO NA INSONIA DA ACEITAÇÃO E DA CALADA VOZ. O MEU GRITO ECOA UNISSONO, E AS VEZES ACHO, QUE NEM EU MESMO CONSIGO ESCUTA-LO. ENTALA-ME A VOZ,NUMA ROUQUIDÃO PARASITAL, AO VER OS PASSOS DOS MEUS IRMÃOS BRASILEIROS RECUANDO DA LUTA E DA SUA SOBERANIA. DESPERTA POVO, ACORDA BRASIL, HONRA TUAS CORES QUE A TUA BANDEIRA TREMULA COMO SE ESTIVESSE TI DIZENDO: EU ESTOU AQUI. Patria, és mãe, dos verdadeiros filhos que te amam. Solo sagrado que enterram seus umbigos verdes,amarelos,azuis e brancos, mas que hoje, sujas são as mãos daqueles que te dizem amar, porém te governam com a cobiça pois sabem da impunidade e dos habeas corpus que A NOSSA LEI favorece aos sujos engravatos, que com dedos em riste dizem:CALE-SE, ENGULA DIRIJA DA FORMA QUE ACHAR MAIS CONVENIENTE. Falta uma cor na bandeira do Brasil. O VERMELHO, da LUTA daqueles que encaixotados e depostos em ralas valas,não estão mais por aqui,pois chorariam de vergonha e se perguntariam: LUTEI POR ISSO?
"CARREGADOR DE SONHOS"
Data do Post: 20/1/2011
CARREGADOR DE SONHOS Eis, o estampido do tiro seco, disparado pelas autoridades que governam o nosso pais. Estes(em destaque) não tem culpa, se o PIB baixou ou subiu por conta da corrupção entalada na garganta dos covardes,sangue sugas da nação. Eis aqui, um transeunte de sonhos, dependurando em suas costas, o retrato mais vivo da Brasilidade. Não, mas nem todos são assim. Porém, aqueles que realmente não são assim, pouco fazem para mudar esta fotografia, que engorda de glorias a burguesia que se acha dona destas almas tristes em tristes almas. Mas um dia... um dia, sentar-se-ão (se merecedores) á frente Daquele que a tudo ver,tudo sabe e tudo criou. Seu Nome? JESUS CRISTO O REI DOS REIS, O JUSTO DOS MAIS JUSTOS, O ETERNO E SOBERANO. Este sim, tem o direito sobre toda humanidade. Estarás o "hOMEM" preparado para encara-lo??? Só Deus sabe. Vamos mudar o quadro deste pais? Como? descubra por si só, pois em cada esquina que dobras, tens a chance de enxergar que ao teu lado, caminha um irmão que luta, sonho,brinca, ri,chora torce pelo mesmo time que voce(ou não) mas que verdadeiramente carrega este Pais nas costas. Minha Homenagem ao povo do meu Brasil.
"O POETA"
Data do Post: 20/1/2011
O poeta quando inventa Um novo verso inventar Melhora seu paladar Arde mais do que pimenta Fofoqueiro não aguenta A inveja fere e mata Digo na boca da lata Que o cabra invejoso È sujeito asqueroso È nó que o cão não desata As vezes sofro calado Observando a tudo Quietinho fico mudo No meu canto encostado Tenho olho abalizado So absorvo o que presta E vejo que o que resta È ficar observando No meu canto matutando Olhando por sobre a fresta O que será da poesia Da cultura popular Do verso e do cantar Do mote da cantoria Que nos traz tanta alegria Ouvir um bom cantador No mei de feira doutor Um verso improvisando Todo mundo escutando Feito aluno e professor Da gosto de se ouvir O aboio de um vaqueiro Esse heroi brasileiro Que leva a vida a curtir Está sempre a sorrir Na dura sina diaria Na labuta da pecuaria Cumprindo a obrigação Com toda dedicação Por mais que seja precaria Uma rudia na cabeça O pote d´agua balançando A sertaneja cantando Por incrivel que pareça Por menos que ela mereça Nunca reclama da sorte È guerreira brava e forte Ajuda seu companheiro Este é o jeito Brasileiro Que vence com garra a morte O que seria do Pais Me responda seu menino Sem a força do nordestino Que é um povo feliz È sempre um aprendiz Na cidade ou no sertão Como um bom cidadão Não posso perder a prosa Lembro do Lucio Barbosa Quando fez esta canção O Brasil todo conhece Mas não cita o compositor È desrespeito ao criador E Mais carinho ele merece Que feito a aranha tece No seu peito uma canção O Lucio é cidadão Baiano e bom brasileiro Por este Pais inteiro Falarei deste irmão Ta vendo aquele edificio moço Ou será que ja caiu Será que alguem destruiu Ou vive no alvoroço Correndo atraz do almoço O Brasil tá caminhando O povo só reclamando E sustentando ladrão No senado a corrupção Virou angu de caroço E por falar no senado Naquela casa direita Todos vivem na espreita Para prender um culpado Se ninguem é condenado Pra que investigação? Se diploma pra ladrão Ja se vendem na esquina Virou casa da propina Todo mundo mete a mão Ano que vem tem eleição La se vai a canalhada Meter o pe na estrada Pisar a lama do chão Tomar cana com limão Pra enganar o eleitorado Com puxa saco ao seu lado Com pose bem elegante Berrando no alto falante Num palanque improvisado O povo todo aplaudindo Levando tapa na cara Aos poucos levando vara Pois os cabras iludindo Ao trouxa vai ingrupindo Com sua promessa safada E depois não cumpri nada E do eleitor fica sorrindo Parece porca parindo No meio da lamaiada Cachaça pra essa gente Hoje quem paga sou eu Filho do Coronel Tadeu È direito e nunca mente O meu pai plantou semente Boa nesta região O povo do meu sertão Nunca conheceu a fome Se provar mudo meu nome Sou Homem de posição Dentadura e moleta Saco de cimento eu dou Papai sempre ajudou Cego,surdo ou perneta Beijo a loira e a preta Eu não sou nenhum racista Neste meu ponto de vista Acompanhem meu trabalho Se ajunto eu mesmo espalho Sou galo que não baixa a crista Eu acho que o Brasil Perdeu seu povo brasileiro Querem fazer da politica Um covil de cangaceiro Ou patrão de pistoleiro Que a um povo abala No chicote ou na bala Basta olhar o passado Pois quem não ficou calado Foi achado numa vala Seu moço tenha cuidado Alguem mandou engolir As palavras digerir Foi la dentro do senado Um bá fá fá arretado Pois esperto tem de sobra Se esquiva na manobra E manda logo o aviso E os dedos se preciso Coça igual pele de cobra

Data do Post: 20/1/2011

UM FILETE DE SAUDADE
Data do Post: 20/1/2011

"NA CAATINGA DO MEU VIVER UM FILETE DE SAUDADE"

"NA CAATINGA DO MEU VIVER,UM FILETE DE SAUDADE"

Carlos Silva



Tracei na lida da vida um novo caminho.Hoje rebusco nas estradas da citada vida, um novo chão para pisar.

Pisar, lembrando-me dos tempos idos da infancia, criado no intero da Bahia, no Municipio de Aporá, numa pequena vila chamada Itamira.

Tudo cresceu, eu também cresci, vi as mudanças no meu rosto, no meu corpo, e no solo deste meu acolhedor lugar.

Vi muitos amigos, trilharem outros rumos e se perdendo noutras estradas desenhadas pelo destino.

Trago o doce bailar dos cajueiros,das goiabeiras e dos coqueiros a outos pertencentes, mas que chegavam em minhas mãos se pedir licença para adentrar nas alheias propriedades.

Tudo era farra festa e alegria.

Onde estão os meus idos tempos? na biografica memoria deste(HOJE) poeta cantador, embalado pelos versos que o poder de Deus me ensinou fazer.

Saudades tantas, lembranças vãs,olhos marejados no prantear das lembranças das calças curtas e dos banhos de açude e tanque grande.

O olhar corretivo da amada professora (a esta memoravel em tudo que escrevo) dava-me a impressão da sua guarda materna, áquele garoto (pimenta,travesso e tantos outros adjetivos atribuidos á epoca).

Foram-se os tmpos, e cá estou eu, desfrutando em palavras simples,como se um filme de Rimbaud estivesse sendo exibido neste momento.



O tamarindo tão alto igualzinho ao pé da serra, os bebados das ruas encharcadas e lameadas em finais de feira,as mini saias das meninas que nos forçavam pensamentos vadios, exteriorizando a volupia da satisfação solitaria (rsrs).
O ponteio nos violões dos mestres que empostavam vozes em serenatas.

Onde foram parar minhas lembranças? na saudade hoje sentida da minha terra, meu pedaço de chão que me ajudou a crescer.



Eu te amo óh minha doce vida. E, tal qual frederic Fellini eu poderia dizer: A VIDA É REALMENTE BELA)
"BUSCANDO"
Data do Post: 20/1/2011
Em busca de outras estradas, piso ao longo da jornada tentando me encontrar.Vou tecendo a vida em rima que éá materia prima do cantador expressar.
No peso da saudade trago,algumas formas de versos no meu jeito de falar, sou estradeiro buscante e nessa luta incessante sou eu a me procurar.
Não tenho verbos bonitos nem gramatica aplicada,falo na lingua da alma dos passos da caminhada,tecendo meu verso eu sigo, não temo nenhum perigo tô seguindo na jornada.
Falo do campo e da vida do povo do meu lugar, das terras onde pisei nelas voltarei pisar,tenho Deus na minha vida,e a inspiração sentida impulsiona o meu cantar.
Sou lá das lascas do mato, caçador de ilusão,minha arma é a escrita empunhada em cada mão, e assim eu vou vivendo pra todo canto dizendo sou um taco desta nação.
Guimarães semeou Rosas, Noel semeou tambem e os versos de Machado hoje vivem no além e aqui eu vou tecendo em versos então aprendendo fazendo rimas também.
LEMBRANÇAS
Data do Post: 20/1/2011
"LEMBRANÇAS"

Hoje parei pra pensar em mim.Recordei do meu eu tão longe, tão indefeso e inocente.
Estrada de chão, pés descalçados e um pirulito açucarado na boca(coisas pra tapear menino), trazido por minha avó lá da feira de Nova Soure pedaço de sertão baiano.
Na bagagem trazida em bocapiu., os mantimentos necessários ou a parte que cabia no orçamento da roceira. Coisas como:
Duas rapaduras, dois pacotes de bolacha mata fome,uma diadema colorida para enfeitar os cabelos da minha irmã, um novelo de linha, duas pedras de anil, uma caixa de missi, um pedaço de bolo de puba, uma caixa de fornicida tatu,uma latinha amarela de neocid,um frasco de aguardente alemanha e uma meota de cana destilada que ela tanto gostava.
Para suas pitadas preguiçosas, não podia faltar o fumo para o cachimbo de barro por ela mesma construido, com sapiencia matuta de artesã.
Dos netos( talvez por ser o caçula) era quem mais ganhava agrado.
Cheiro de vó,de terra e de lembranças que a mente agora me conduz a tempos idos.
Agora, em minha crescida vida, não tem mais cheiro de vó, as estradas são asfaltos, a inocência causa espanto e ainda sigo indefeso.
MEMORIAS DE ZÉ AMBROSIO
Data do Post: 20/1/2011
Zé Ambrósio descansava na rede no varandado da sua casa, lubrificando sua espingarda de dois canos calibre 22.
Um cigarro de palha no canto da boca e o velho chapéu de couro estilo bosta de boi na cabeça.
Nota na cancela da sua casa três elementos bem vestidos se aproximando.
Ele chama os filhos que estão dentro de casa: ABDIAS, GERONIMO, venha cá fora.
Os dois saem com suas espingardas cartucheiras e perguntam: Que foi meu pai? E o velho responde: Tão vindo três figuras esquisitas vamos ver o que eles querem.
Boa tarde senhores tudo bem? Vai se levando meu filho, responde seu Zé complementando: Se não fossem os bandidos que apareceram por aqui e desviaram as águas do rio, estaria bem melhor. Mas como foi isso? Pergunta um deles.
Um lote de vagabundos políticos, (escarra e cospe no chão dizendo Ô raça que tenho nojo) compraram uma fazenda aqui do lado e resolveram desviar o rio para melhorar suas terras. É por isso que essa corja de vagabundo só entra nas minhas terras se eu não estiver aqui. Pois se chegar com aquelas conversas de enganar matuto, levam chumbo nas costas. Não é meninos? È sim papai. Responderam ao mesmo tempo, alisando os canos das espingardas e fazendo miras ao vento.
Um dos cabras bem vestidos estava com um monte de santinhos de propaganda eleitoral e foi tratando de disfarçar escondendo atrás das costas.
Mas me digam: o que traz vocês por essas bandas? Pelo modo de se vestir parecem ser da capital... como aqueles Homens que trabalham no poder.
Sabe o que é seu Zé, nosso carro deu um pequeno problema e viemos aqui para tomar uma “aguinha” e seguir viagem. Pois é meninos, água não tem não pois estamos com pouca para usar e criar os bichos.Se não fosse os malditos dos safados, eu teria o maior prazer em ajuda-los.
Mas vocês se parecem com gente da política não é não???
Não Seu Zé, agente nem gosta de falar de política, e temos a mesma opinião do Senhor.
Pois é meu filho, se aparecer um cabra aqui prá me falar de política,ou vier me pedir voto, creio que ele não sairá com as próprias pernas daqui... Não é meninos??? É sim papai, to doido prá papocar as pernas desta raça de gente ruim. Falou Abdias.
E tu Gerônimo? (perguntou o patriarca remoendo os dentes) Prefiro é tirar o couro das costas deles e botar prá correr.
Mas me digam, vocês querem mesmo o que???? Pergunta seu Zé Ambrosio.
Nada não seu Zé, nós estamos indo embora e foi muito bom conversar com o senhor e com seus simpáticos filhos.
Vamos andando pessoal??? È cedo ainda Homem, ABDIAS, GERÔNIMO, acompanhem os cavalheiros até a cancela...
Precisa não seu Zé, fiquem na paz e até outro dia.
Enquanto eles se afastavam, o velho com os dois filhos lascaram uma risada tão alta e deram uns tiros prá cima de tanta alegria, os cabras aceleraram os passos e nunca mais deram noticias.
genealogia nordestina
Data do Post: 20/1/2011
ANTONIO DE MARIA DE JOÃO DE DÉDA,ESTAVA A CONVERSAR COM O JOSÉ DE OTÁVIO DE CHICO DE TEIXEIRA,
DIZENDO QUE ONOFRE DE ZECA DE ZEFINHA, FOI ACUSADO DE ROUBAR UM CAVALO, DE JULIÃO DE AFONSO DE FRANCISCO SOARES.
NESSE INSTANTE, CHEGA OLEGÁRIA DE VIRGINIA DE CHICA DE TIA OLIVEIRA,DIZENDO QUE VINHA DA CASA DE DONA TERESA DE EMILIA DE JAIRO BRANCO,E QUE BELTRÃO DE ASSIS DE ENOQUE CIPRIANO PEQUENO, TRAZIA A NOTICIA DE QUE O DELEGADO, TAVARES DE SINHÔ DE DALMO, CHAMOU OS SOLDADOS:
PEDRO DE ROSA DE ALMIR DE TONHA FATEIRA, E ONÓRIO DE VANDA DE GETRUDES FONSECA, E O CABO MANOEL DE VICENTE DE CARMINHA DE TIA DINDA, PARA APURAR O OCORRIDO.
ATÉ O PREFEITO"REELEITO PELA QUINTA VÊZ" O EXMº SR. OLIVALDO DE DR.FRANCO DE OZÉIAS PINTO, FICOU IRRITADO E DISSE:
DONA VALDIRENE DE MILTON DO CORONEL FEITOSA,CHAME O VICE PREFEIT, E DIGA AO JUIZ GILBERTO DE MARICOTA DE BENTO DO MAJOR AGAMENOM, QUE EU QUERO ESSE LADRÃO DE CAVALO, FI DI RAPARIGA, PRESO, TORTURADO E CONDENADO SEM DIREITO A FIANÇA.
AFINAL...sussurrou, TAMO IN ANO DE ELEIÇÃO OUTRA VÊZ.
"CUNVERSA DE MATUTO"
Data do Post: 20/1/2011

"CUNVERSA DE MATUTO"

OXENTE MOÇO,
ARREPARE NÃO DOUTÔ
NUM SE APERREIE COM MEU JEITO FALADOR
SOU DISLETRADO
MAR NUM SÔ DESOCUPADO
E É LÁ NO MEU ROÇADO
QUE TOMEM SOU PROFESSOR
PREPARO A TERRA
PRANTO MIO, PRANTO FÉJÃO
BATATA SOJA ARGUDAO
GIRIMUM E COISA E TÁ
SE TÔ DUENTE BEBO UM CHÁ DE QUIXABERA
CHAMO UMA BENZEDERA
PA MODE ELA ME REZAR
NUM MI INVERGONHO
DI DIZÊ QUE SÔ DO MATO
SÔ MATUTO MAR DE FATO
SÔ UM CABÔCLO ASSUNTADOR
SÓ NA COLHEITA É QUE VÔ LÁ NA CIDADE
MAR LÁ NUM TEM FILICIDADE
É SO MARDADE SIM SINHÔ
EU VEJO GENTE
CUMENO RESTO DE FÊRA
MANISSOBA MANIPÊRA
CARQUÉ COISA QUE SOBRÁ
ISSO É RAÇÃO
QUE AGENTE NEM DÁ PRO GADO
MAR TUDO VEM DO ROÇADO
DONDE VIVO A PRANTÁ
CIDADE GRANDE E BESTAGI É ILUSÃO
É COMUM LÁ SE VÊ HOMI
ARRASTANO UM CARROÇÃO
OS VÉIO TRISTE
MINDINGANO UMA ESMOLA
AQUILO LÁ É UMA ESCOLA
PRÁ FORMÁ MUITO LADRÃO
ME ADESCURPE E POR FAVÔ
ME CUMPRIENDA
MAR DOTÔ NUM SI OFENDA
CUM MEU JEITO DE FALÁ
DEUS ME ADEFENDA DE DEIXÁ O MEU TORRÃO
POIS DESTE BELO SERTÃO
NUNCA VÔ ME APARTÁ.
"QUE CULTURA É ESTA?" QUE CULTURA ESTAMOS VIVENDO?
Data do Post: 20/1/2011
 Preço que se paga para viver. Qual seria o valor do ser humano, que insiste na arte dos versos,das cantigas, das artes como forma de vida? O preço é alto, mesmo quando nos vemos sós, competindo de forma acirrada com o lixo cultural que nos despejam Goela abaixo. Mercadores de lixos culturais estão se espalhando de forma tão grotesca(feito a peste da gripe suina) que chego a pensar: VALE A PENA DIZER QUE SOMOS POETAS, E QUE A MUSICA QUE COMPOMOS TEM CONTEUDO EXPRESSIVO DE INFORMAÇÃO AOS BONS OUVIDOS QUE AINDA RESTAM PARA ESCUTAR? Encolho-me na tristeza de ver, sentir,ouvir,ler,coisas que (DESCONTRIBUEM) para a filologia tão simples de nobres palavras escritas e ou cantadas. O que estão fazendo com a cultura deste pais? Preço, o preço é alto, e baixos são os pensares daqueles que antes pensavam. Diz-me quanto tens, e eu te direi quem és.Esta é a filosofia para viver? Sei não, acho que o ostracismo empurra para o lodo do lado obscuro, áqueles que ainda tem vontade de continuar seus escritos ou suas canções. Olha que beleza: AS GRAVADORAS ABRIRAM O BICO, porque? Por conta da exploração do talento de muitos, e foi ai que esses muitos, foram para os studios independentes e fizeram as custas proprias, sua obra de arte e ao mundo mostram a cada dia, através da cibernegia.(E QUE SE LASQUEM OS COBRADORES DE JABÁ, POIS ARTE NÃO SE VENDE,EXCETO OS MERCADORES QUE SE DIZEM FAZER ARTE E CAEM NAS MÃOS DESTES TANTOS EXPLORADORES) queres os nomes deles???? E as editoras, ainda cobrarão absurdas quantias para publicar livros dos aspirantes a escritores? O computador facilitou a lida daqueles que não sabem nem o endereço das grandes editoras(POIS PEQUENOS SÃO OS SEUS NOMES)e vivemos imortalizando defuntos, para sermos aceitos em alguns lugares tidos como intelectos(hahaha) Pois aqui,podemos publicar os nossos textos, mesmo correndo o risco de sermos roubados(COMO FUI) por alguns aventureiros que não darão os creditos para os verdadeiros donos das obras expostas. Salvem, a cultura Brasileira ou se matem de vergonha a cada não que pronunciar aqueles que tanto buscam mostrar a sua arte. PS, O ACORDO ORTOGRAFICO AINDA NÃO UTILIZEI NESSES ESCRITOS( tenho até 2012 para faze-lo). Boa sorte ao mundo daqueles que num mundo melhor ainda acreditam. AHHH Michael morreu??? e eu, o que tenho a ver com isso???
SOU ASSIM
Data do Post: 20/1/2011

O passado da vida é meu presente

Alegria que torna a voltar

O meu pranto deixei de prantear

Minha escola é sina verdadeira

Sou assim um caboclo na poeira

Estendendo o versar a cada dia

Sou fiel a bemdita poesia

Dela faço meu canto verdadeiro

Sou assim um caboclo Brasileiro

Entoando o versar em cantoria

Olho Ambicioso
Data do Post: 17/1/2011

Olho ambicioso derrete geleira
Sufoca floresta, implanta trincheira
Derrubando corpos ao seu “bel poder”
Tratados destratam a humanidade
Poder corrompido traz impunidade
E o fraco assistindo o forte crescer

Com vários bilhões que alimentam a guerra
Nutriria a fome que mata esta terra
Troquem suas balas por “nacos” de pão
Destruam as minas e deixem passar
Crianças com sonhos á realizar
Apague a chama do feio clarão

Renegam a Deus traem seus mandamentos
Aves de rapinas terão julgamentos
Na corte suprema tão celestial
Ali teu poder não terá validade
Neste tribunal, O Senhor da verdade
Dará a sentença no juízo final
“Pra que guerra santa se ninguém diz amém, e o Homem caminha esquecendo o bem”

CAÇANDO PALAVRAS
Data do Post: 31/12/2010
Ao vento se vai a poeira, mergulhando em particulas de areia o ajuntado de uma vida. Pois de barros fui feito, no barro piso, pro barro voltarei.
No entorno mais ingreme do meu viver, eu talvez seja a curva mais reta que não se pode voltar.

http://itamira.blogspot.com








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